Apenas para os sócios do SPAC, Clube Atletico São Paulo, ou Clube Inglês. Dani Mattos Quartet apresenta-se na 6a feira, dia 3 de junho, na animada Happy hour do clube.
No repertorio trechos do shows “Vestido de Bolero“, canções da pré-bossanova (Caymmi, Lupicínio, Herivelto, Marino Pinto, Vinícius de Moraes,…); “Clássicos da Canção internacional” (Cole Porter, Gershwin, Gino Paoli, Charles Trenet, Bruno Martino), boleros, canções de jazz e baladas compõe o repertorio.
Dani Mattos Quartet: Dani Mattos, voz, arranjos e pesquisa de repertorio; Potiguara Meneses, guitarra e arranjos; Mauricio Biazzi, contra-baixo; Leandro Pacagnella, bateria.
Endereço: R. Visc. de Ouro Preto, 119 – Consolação, São Paulo – SP, 01303-060
Telefone:(11) 3217-5944
Desta vez apenas para os sócios do SPAC, Clube Atletico São Paulo, ou Clube Inglês.
O clube foi criado por Charles Miller, responsável por trazer o futebol para o Brasil, há 123 anos atrás, com o intuito de criar um espaço de convivência para a colônia inglesa. Encontra-se no centro da cidade, em uma rua tranquila e arborizada (tem até um edifício vizinho ao clube de nome Queen Mary!).
Trata-se de um local acolhedor, um respiro no meio daquela agitação toda. Ideal para quem mora na região. Nunca tinha passado por ali e olha que morei muito tempo em Higienópolis. Grata surpresa! Coisas de São Paulo…Ah! Vamos cantar no dia do aniversário do clube! Máximo!
Serviço: Dani Mattos e Toque de Bambas, dia 13 de maio, a partir das 20:30.
Endereço: R. Visc. de Ouro Preto, 119 – Consolação, São Paulo – SP, 01303-060
Telefone:(11) 3217-5944
No dia 23 de abril comemora-se o dia nacional do Choro.
Isto porque nesse mesmo dia nasceu Alfredo da Rocha Vianna, nosso querido Pixinguinha.
Grande instrumentista, arranjador e compositor sofisticado, Pixinguinha é um dos alicerces da música instrumental brasileira. Sua importância para o choro é tamanha que sua história se confunde com a desse gênero musical.
Muitos dizem que o choro seria a verdadeira música erudita brasileira.
Ainda que décadas mais tarde inspirou compositores como Braguinha, Vinícius de Moraes, Hermínio Bello de Carvalho a escrever letras para suas maravilhosas melodias.
Como é o caso de Carinhoso (João de Barro), ou de Lamentos (Vinícius) e Fala Baixinho (Hermínio).
Mas a “parceria” mais inusitada para mim foi a de Pixinguinha com Otavio de Souza. Ele não era músico nem nada, e, sim, mecânico e trabalhava num bairro de uma cidade do interior do Rio de Janeiro.
Diz que um dia encontrou Pixinguinha num bar e disse a ele que tinha escrito uma letra para a melodia da valsa Rosa.
A letra foi aceita e assim nasceu essa parceria de uma única música.
E, veja como são as coisas;
Estava eu na comedoria do SESC Vila Nova aguardando o espetáculo de marchinhas que Maria Alcina faria, quando um senhor puxou assunto comigo. Começou a falar sobre seu pai, Otavio de Souza, que tinha fugido com o circo quando pequeno, que fez e aconteceu por aí, e, que, incrível! Tinha sido até parceiro de Pixinguinha!
Como assim? ,perguntei. Ele disse:
Sim, ele estava apaixonado e escreveu uma letra para a valsa Rosa que o inspirava muito. Quando teve oportunidade de encontrar Pixinguinha, mostrou sua letra e o resto todos sabem.
Voltei pra casa com essa história na cabeça me sentindo muito sortuda por tê-la escutado assim de bandeja.
Ainda mais porque essa valsa Rosa (letra e música) é uma pérola do nosso cancioneiro. Fez muito sucesso na voz de Orlando Silva e segue lindamente em outras versões. Ouçam uma de minhas preferidas, na voz de Na Ozzetti acompanhada por Andre Mehmari ao piano:
Dani Mattos e Toque de Bambas, no Drosophyla – dia 5/abril, 3a feira, às 20:30.
21 de março de 2016O dia da poesia é comemorado, pelo menos aqui por estas bandas, no dia 14 de março. Aproveito essas datas para me aproximar do assunto que está em pauta.
Sendo, desta vez, a poesia, iniciei um exercício de procurar lembrar de poemas, versos, etc., de acordo com meu humor, minhas inquietações, e, por que não, satisfações.
Dia 14 passou mas continuo me exercitando. Também convidei amigos para que o fizessem.
Não posso deixar de lembrar do sarau poético-musical “Vinícius, o poeta amador”, que criei para meu querido grupo vocal Poucas & Boas, e que apresentamos por aí, seja em parceria com a prefeitura, em ongs, parques, etc.
O mote do espetáculo eram; a importância da leitura compartilhada, o ler e o escutar. Como é generoso esse gesto de ler para o outro. Também generoso é dar toda a nossa atenção a quem está ali, exposto, lendo algo tão significativo.
O outro mote do espetáculo era, ou é; a função da poesia em nossas vidas. Talvez seja uma pergunta com tantas e mutáveis respostas que não caiba uma conclusão.
Mas fica o convite a esse exercício maravilhoso que é, através da poesia, traduzir o que vem por dentro da gente!
Hoje vou postar
De manhã escureço
De dia tardo
De tarde anoiteço
De noite ardo.
A oeste a morte
Contra quem vivo
Do sul cativo
O este é meu norte.
Outros que contem
Passo por passo:
Eu morro ontem
Nasço amanhã
Ando onde há espaço:
– Meu tempo é quando.
Múltiplo e Genial compositor brasileiro
Heitor Villa-Lobos, compositor e maestro brasileiro, faria aniversário dia 5 de março, amanhã. Nasceu em 1887 e faleceu em 1959.
Sempre é bom relembrar quem foi Villa-Lobos e sua importância para a música brasileira ou, melhor, para a cultura brasileira.
Além de compositor ousado e criativo, utilizava-se de elementos bem brasileiros em suas composições. Esses elementos eram fruto das pesquisas que fazia em viagens ou mesmo nas noites em que saia para ouvir as rodas de chorões e outros compositors, ditos populares.
O que ele fez pelo violão, por exemplo, instrumento tido como de malandros e boemios foi inestimável. São belíssimos seus prelúdios e choros que enaltecem o instrumento explorando suas capacidades rítimicas, harmonicas e melódicas.
Muito mais poderia ser dito sobre ele, mas, o que gostaria de destacar é seu lado educador e preservador da cultura brasileira, ao mesmo tempo.
Seus “Guias Práticos”, em que compilou hinos e canções infantis brasileiras, explicando as origens de todas elas, e fazendo lindos e singelos arranjos para coro a duas vozes, são incríveis.
Trabalho lindo, minucioso e que tem a nossa cara!
Escrevi a oficina/espetáculo “Villa-Lobos para Todos” para mostrar/relembrar às crianças, alunos e adultos, professores, como nosso cancioneiro é rico.
E é o que o grupo vocal Poucas e Boas tem feito com o público que nos assistem e participam desta atividade.
Na parte da oficina, convidamos o variado público para “brincar” corporalmente com os elementos da música, vivenciando-os como se fora brincadeira de roda.
Aliás, essa brincadeira com os elementos da música tem a cara das composições de Villa-Lobos.
Serviço: Villa-Lobos para Todos, oficina/espetáculo para crianças e adultos.
links de apresentações que temos feito:
Biblioteca Monteiro Lobato:
Ouça “Sapo Jururu” e “Bambalalão”:
http://avosidade.com.br/um-sapo-friorento/
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