“Vem, descobrir os segredos do samba, vem, com a gente cantarolar, vem, traz a corda e a caçamba…”
O dia da poesia é comemorado, pelo menos aqui por estas bandas, no dia 14 de março. Aproveito essas datas para me aproximar do assunto que está em pauta.
Sendo, desta vez, a poesia, iniciei um exercício de procurar lembrar de poemas, versos, etc., de acordo com meu humor, minhas inquietações, e, por que não, satisfações.
Dia 14 passou mas continuo me exercitando. Também convidei amigos para que o fizessem.
Não posso deixar de lembrar do sarau poético-musical “Vinícius, o poeta amador”, que criei para meu querido grupo vocal Poucas & Boas, e que apresentamos por aí, seja em parceria com a prefeitura, em ongs, parques, etc.
O mote do espetáculo eram; a importância da leitura compartilhada, o ler e o escutar. Como é generoso esse gesto de ler para o outro. Também generoso é dar toda a nossa atenção a quem está ali, exposto, lendo algo tão significativo.
O outro mote do espetáculo era, ou é; a função da poesia em nossas vidas. Talvez seja uma pergunta com tantas e mutáveis respostas que não caiba uma conclusão.
Mas fica o convite a esse exercício maravilhoso que é, através da poesia, traduzir o que vem por dentro da gente!
Hoje vou postar
De manhã escureço
De dia tardo
De tarde anoiteço
De noite ardo.
A oeste a morte
Contra quem vivo
Do sul cativo
O este é meu norte.
Outros que contem
Passo por passo:
Eu morro ontem
Nasço amanhã
Ando onde há espaço:
– Meu tempo é quando.
Múltiplo e Genial compositor brasileiro
Heitor Villa-Lobos, compositor e maestro brasileiro, faria aniversário dia 5 de março, amanhã. Nasceu em 1887 e faleceu em 1959.
Sempre é bom relembrar quem foi Villa-Lobos e sua importância para a música brasileira ou, melhor, para a cultura brasileira.
Além de compositor ousado e criativo, utilizava-se de elementos bem brasileiros em suas composições. Esses elementos eram fruto das pesquisas que fazia em viagens ou mesmo nas noites em que saia para ouvir as rodas de chorões e outros compositors, ditos populares.
O que ele fez pelo violão, por exemplo, instrumento tido como de malandros e boemios foi inestimável. São belíssimos seus prelúdios e choros que enaltecem o instrumento explorando suas capacidades rítimicas, harmonicas e melódicas.
Muito mais poderia ser dito sobre ele, mas, o que gostaria de destacar é seu lado educador e preservador da cultura brasileira, ao mesmo tempo.
Seus “Guias Práticos”, em que compilou hinos e canções infantis brasileiras, explicando as origens de todas elas, e fazendo lindos e singelos arranjos para coro a duas vozes, são incríveis.
Trabalho lindo, minucioso e que tem a nossa cara!
Escrevi a oficina/espetáculo “Villa-Lobos para Todos” para mostrar/relembrar às crianças, alunos e adultos, professores, como nosso cancioneiro é rico.
E é o que o grupo vocal Poucas e Boas tem feito com o público que nos assistem e participam desta atividade.
Na parte da oficina, convidamos o variado público para “brincar” corporalmente com os elementos da música, vivenciando-os como se fora brincadeira de roda.
Aliás, essa brincadeira com os elementos da música tem a cara das composições de Villa-Lobos.
Serviço: Villa-Lobos para Todos, oficina/espetáculo para crianças e adultos.
links de apresentações que temos feito:
Biblioteca Monteiro Lobato:
Ouça “Sapo Jururu” e “Bambalalão”:
http://avosidade.com.br/um-sapo-friorento/
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Heitor Villa-Lobos, compositor e maestro brasileiro, faria aniversário dia 5 de março, semana que vem. Nasceu em 1887 e faleceu em 1959.
Sempre é bom relembrar quem foi Villa-Lobos e sua importância para a música brasileira ou, melhor, para a cultura brasileira.
Além de compositor ousado e criativo, utilizava-se de elementos bem brasileiros em suas composições. Esses elementos eram fruto das pesquisas que fazia em viagens ou mesmo nas noites em que saia para ouvir as rodas de chorões e outros compositors, ditos populares.
O que ele fez pelo violão, por exemplo, instrumento tido como de malandros e boemios foi inestimável. São belíssimos seus prelúdios e choros que enaltecem o instrumento explorando suas capacidades rítimicas, harmonicas e melódicas.
Muito mais poderia ser dito sobre ele, mas, o que gostaria de destacar é seu lado educador e preservador da cultura brasileira, ao mesmo tempo.
Seus “Guias Práticos”, em que compilou hinos e canções infantis brasileiras, explicando as origens de todas elas, e fazendo lindos e singelos arranjos para coro a duas vozes, é incrível.
Trabalho lindo, minucioso e que tem a nossa cara!
Escrevi a oficina/espetáculo “Villa-Lobos para Todos” para mostrar/relembrar às crianças, alunos e adultos, professores, como nosso cancioneiro é rico.
E é o que o grupo vocal Poucas e Boas tem feito com as crianças que nos assitem e participam desta atividade.
Na parte da oficina, convidamos o variado público para “brincar” corporalmente com os elementos da música, vivenciando-os como se fora brincadeira de roda.
Aliás, essa brincadeira com os elementos da música tem a cara das composições de Villa-Lobos.
Serviço: Villa-Lobos para Todos, oficina/espetáculo para crianças e adultos.
Tenho o costume de ir com meus filhos e amigos à 25 de março no início do ano comprar adereços e fantasias para o Carnaval. O programa fica completo com um almoço em algum restaurante árabe da região. Delícia! Esse programinha é muito divertido, seja pelo movimento daquelas ruas em clima pré-carnavalesco, seja pela criatividade dos produtos das lojas da Porto Geral.
Este ano fiz esse programa com minha amiga Eve. Nos encontramos na 9 de julho, tomamos um ônibus até o terminal Bandeira e caminhamos até o Largo São Bento. Paramos no Girondino para um café. Eve me perguntou como tinha tido essa ideia de ir à 25 comprar as fantasias e tal. Comentei que minha família, árabe do lado materno, tinha loja aqui na 25, há muito tempo atrás. Era um lugar que frequentava quando pequena. Devia ser por isso que gostava de voltar lá e de levar os filhos. Hoje de manhã, ao ler o jornal, vejo a notícia que caiu como uma luva nessa história toda: o mesmo lugar em que tomávamos o nosso café, Largo de São Bento, era palco da folia carnavalesca árabe! Os imigrantes lá se reuniam para celebrar o carnaval à maneira oriental! Incrível isso. Realmente não sabia.
Mas fez todo o sentido. Eve, complementando a explicação; o artigo cita que os árabes sempre gostaram de cantar e dançar e de se reunir para fazer isso! Vem daí a minha animação para essas atividades, tá no sangue! P.S. Ainda sobre o carnaval; assisti a apuração dos desfiles de São Paulo, não entendi direito algumas regras e lamentei a violência ocorrida ali. Mas gostaria de deixar um contraponto a essa história. Como disse anteriormente desfilamos na Unidos de Vila Maria e fomos, amigas, filho, amigo do filho, aos ensaios na quadra, aprender o enredo e as coreografias. Me senti tão bem recebida lá! E vi o que a quadra e a escola representam para os moradores do bairro. Todos chegando a pé, com a família, arrumados, animados, orgulhosos de seu bairro. Foi uma experiência incrível que recomendo e que vou repetir!

Olá a todos! Inaugurei hoje meu blog ‘venho por meio destas’, que, além de ser ou ter sido a maneira como se começavam muitas cartas, é também o início de um samba de Adoniran Barbosa do qual gosto muito: “Vide verso, meu endereço”.
É uma consequência natural para mim, que gosto tanto de escrever, sejam meus projetos ou roteiros para os shows, registros de situações vividas na cidade que amo tanto e até sobre bichos e plantas.
Sem falar na paixão primeira e tema recorrente na minha vida desde sempre; a música!
Espero que acompanhem, comentem, enfim, participem dessa minha nova viagem! Nos vemos em breve!
http://venhopormeiodestas.com.br/to-me-guardando-pra-quando-o-carnaval-chegar/
Feito com por Kûara Digital
